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Admin J

Aceitação ou pura folga?

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Há uns dias atrás eu estava conversando com uma pessoa que não é cristã e essa pessoa me disse: “Eu sou mais pro Budismo, sabe? Porque é o lugar onde me sinto bem, onde encontrei maior aceitação pro estilo de vida que levo.”

Aí então, eu parei pra pensar… Como o ser humano é folgado, né? Puxa, nós queremos somente aquilo que nos deixa confortáveis, que massageia nosso ego, que não nos incomoda a mudar….bem diferente do exemplo de Jesus que abriu mão de toda a Sua glória por amor a nós, né? (Filipenses 2)

É engraçado ver como a “síndrome de Gabriela” (eu nasci assim, vou ser sempre assim…) se espalhou tão rapidamente em nossa sociedade, e digo, pra minha vergonha, no meio dos cristãos… Daqueles que se dizem seguidores de Cristo…

Outra frase que já ouvi muito também: “Não estou mais na igreja X, pois não me sinto bem lá”. E quem foi que disse que somos nós que temos de nos sentir bem na igreja? Muito pelo contrário, é o Espírito Santo que tem que se sentir bem e à vontade pra trabalhar em nós! Agora imagine só… Jesus está aí habitando em você, aí você peca e Jesus fala: “Pois é… Não me sinto bem aqui, vou embora!” Nossa! Se fosse assim, onde eu estaria? Complicado e delicado, não?

Jesus não foi aceito e ainda não é por muita, muita gente mesmo… Mas isso não o fez desistir da obra para a qual se voluntariou!

Deus nos ama apesar do pecado, e nos transforma apesar do pecado!

Creio que é muito melhor sofrer as “dores” momentâneas de uma mudança real de vida do que permanecer “Gabriela” e o sofrimento não ter fim (sim, refiro-me ao inferno, e esse lugar é bem real!).

Você, que quer tanto ser aceito do jeito como é… Está disposto a aceitar a Jesus e a nova vida que Ele pode te dar do jeito que é?

 

 

Alyne Romeiro

Qual é o Som? #3

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SALVE GALERA!

O #QualÉoSom de hoje fala de um amor profundo, imenso, incondicional. Este Amor, é algo que não conseguimos entender, simplesmente pelo fato de sermos pecadores.
O Pai que Seu Filho nos deu, e o Filho que por todos morreu! Maior prova de amor não há!

Conflito árabe-israelense: o que temos a ver com isso?

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65 anos de fundação do Estado de Israel e mais tempo ainda de conflitos e guerras entre israelenses e palestinos.

A quem realmente pertence a terra? A resposta está em Salmos 24.1-2: “Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem; pois foi Ele quem fundou-a sobre os mares e firmou-a sobre as águas“.

Por que queremos nos meter neste conflito, dizendo qual “lado” está certo e apoiado por Deus, se “não temos aqui nenhuma cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (Hb 13.14)? É em favor do Reino de Deus que devemos lutar.  Um Reino eterno e espiritual, um reino que não está limitado a um povo, mas é formado por gente de todos os povos, tribos, línguas e nações, gente justificada pelo sangue de Cristo, gente que foi salva por Ele da destruição e morte eternas.

Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas! Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, ou seja, que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não levando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a mensagem da reconciliação. Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio. Por amor a Cristo lhes suplicamos: Reconciliem-se com Deus” (2 Co 5.17–20).

Como embaixadores do Reino, devemos levar a mensagem de reconciliação de Deus com os homens. Por isso, nossa preocupação não deve ser quem tem o direito à terra, mas ganhar israelenses e palestinos para Cristo. Se morrerem sem Cristo de nada adiantará a posse da terra. Essa sim é a maior tragédia!

 

Estevão Medeiros

Leve e deixe levar

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“Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo.” (Gálatas 6.2)


A lei de Cristo é a lei do amor. Ajudar nossos irmãos! A maioria de nós sente prazer nisso (às vezes até uma pitada de orgulho), quando um irmão confia-nos um fardo significa que somos dignos de confiança e isso é bom!

Também é uma certa responsabilidade, pois temos que estar sempre prontos a confortar ou exortar o irmão, estar em comunhão com Deus para que sempre tenhamos um conselho guiado pelo Espírito Santo.

Mas, estamos dispostos a também confiarmos os nossos fardos aos irmãos? Essa é uma boa maneira de nos testar: o coração egoísta não quer levar os fardos dos outros; o coração orgulhoso até quer levá-los mas não aceita que levem os seus; o coração que cumpre a lei de Cristo divide os fardos!

Uma ajuda financeira, um conselho, uma carona, um abraço, um ouvido… Você pode oferecer hoje e precisar amanhã.

Lembrem-se: somente cumpriremos a lei de Cristo se levarmos os fardos dos outros e deixarmos que os outros levem os nossos.

 

Doni Borçatto

Qual é o som? #2

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Fala galera!!

Mais um #QualÉoSom e a música de hoje é do Rosa de Saron – cartas ao remetente.

E se você tivesse só o amanhã? O que faria? Como aproveitaria seu ultimo dia de vida? Qual seria sua ultima oração?
Alegre-se, jovem, na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas Deus o trará a julgamento.

Eclesiastes 11:9 (NVI)

Lição 13: Jó – Quarta-feira

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Morrendo o homem, porventura tornará a viver? Você crê que um dia seremos ressuscitados para estar com Cristo?


“O homem nascido de mulher vive pouco tempo e passa por muitas dificuldades.
Brota como a flor e murcha. Vai-se como a sombra passageira; não dura muito.
Fixas o olhar num homem desses? E o trarás à tua presença para julgamento?
Quem pode extrair algo puro da impureza? Ninguém!
Os dias do homem estão determinados; tu decretaste o número de seus meses e estabeleceste limites que ele não pode ultrapassar.
Por isso desvia dele o teu olhar, e deixa-o, até que ele cumpra o seu tempo como trabalhador contratado.
“Para a árvore pelo menos há esperança: se é cortada, torna a brotar, e os seus renovos vingam.
Suas raízes poderão envelhecer no solo e seu tronco morrer no chão;
ainda assim, com o cheiro de água ela brotará e dará ramos como se fosse muda plantada.
Mas o homem morre, e morto permanece; dá o último suspiro, e deixa de existir.
Assim como a água desaparece do mar e o leito do rio perde as águas e seca,
assim o homem se deita e não se levanta; até quando os céus já não existirem, os homens não acordarão e não serão despertados do seu sono.
“Se tão-somente me escondesses na sepultura e me ocultasses até passar a tua ira! Se tão-somente me impusesses um prazo e depois te lembrasses de mim!
Quando um homem morre, acaso tornará a viver? Durante todos os dias do meu árduo labor esperarei pela minha dispensa.
Chamarás, e eu te responderei; terás anelo pela criatura que as tuas mãos fizeram.
Por certo contarás então os meus passos, mas não tomarás conhecimento do meu pecado.
Minhas faltas serão encerradas num saco; tu esconderás a minha iniqüidade.
“Mas, assim como a montanha sofre erosão e desmorona, e a rocha muda de lugar;
e assim como a água desgasta as pedras e as torrentes arrastam terra, assim destróis a esperança do homem.
Tu o subjulgas de uma vez por todas, e ele se vai; alteras a sua fisionomia, e o mandas embora.
Se honram os seus filhos, ele não fica sabendo; se os humilham, ele não o vê.
Só sente a dor do seu próprio corpo; só pranteia por si mesmo”.

JÓ 14 – NVI

Suicídio

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É preciso falar…


O suicídio é um tema complexo que ao longo dos séculos atraiu a atenção de filósofos, antropólogos, teólogos, médicos, artistas entre outros. Tendo em vista o crescimento do número de pessoas que tiram a própria vida, hoje ele é visto como um problema grave de saúde pública que requer a nossa atenção.

Segundo estudo feito pela Daiane Borges Machado e Darci Neves dos Santos, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), as pessoas que mais se suicidaram no Brasil, entre os anos 2000 e 2012, foram as menos escolarizadas, indígenas, e homens maiores de 59 anos. Em cartilha publicada este mês pela OMS, são listadas outras causas que influenciam o ato, como o uso de álcool e drogas, perda ou luto e outros transtornos mentais como a depressão e a esquizofrenia.

Entre os jovens, os comportamentos suicidas, muitas vezes envolvem motivações complexas, como a perda de relações românticas, a incapacidade de lidar com desafios acadêmicos e a baixa auto-estima. Em declaração para reportagem do G1, o psiquiatra João Manoel Bartolete considera que “ estudos feitos na cidade de São Paulo sugerem que a falta de perspectiva de vida para muitos jovens, aliada à desatenção e ao despreparo do sistema público de saúde agravam ainda mais a situação”.

A prevenção do suicídio envolve uma séria de atividades, integrando o controle dos fatores ambientais de risco ao tratamento eficaz da desordem mental. Se dispor a se aproximar de pessoas que demonstram sofrimento e apresentam mudanças de comportamento, também é indicado por especialistas. Caso não se sinta capaz de lidar com o problema, Bartolete aconselha a buscar “quem possa fazê-lo mais adequadamente como um médico, enfermeiro, psicólogo ou até um líder religioso”.

 

Rute Rodrigues

Lição 13: Jó – Terça-feira

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Os amigos de Jó se prontificam a consolá-lo. Como você tem cuidado dos que sofrem?


Quando três amigos de Jó, Elifaz, de Temã, Bildade, de Suá, e Zofar, de Naamate, souberam de todos os males que o haviam atingido, saíram, cada um da sua região, e combinaram encontrar-se para mostrar solidariedade a Jó e consolá-lo.
Quando o viram à distância, mal puderam reconhecê-lo e começaram a chorar em alta voz. Cada um deles rasgou o manto e colocou terra sobre a cabeça.
Depois se assentaram no chão com ele, durante sete dias e sete noites. Ninguém lhe disse uma palavra, pois viam como era grande o seu sofrimento.

 

JÓ 2.11-13 – NVI

Lição 13: Jó – Segunda-feira

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Somos Limitados, mas Deus tem tudo sobre controle. Isso encoraja você a enfrentar o sofrimento?


 

Na terra de Uz vivia um homem chamado Jó. Era homem íntegro e justo; temia a Deus e evitava o mal.
Tinha ele sete filhos e três filhas,
e possuía sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas parelhas de boi e quinhentos jumentos, e tinha muita gente a seu serviço. Era o homem mais rico do oriente.
Seus filhos costumavam dar banquetes em casa, um de cada vez, e convidavam suas três irmãs para comerem e beberem com eles.
Terminado um período de banquetes, Jó mandava chamá-los e fazia com que se purificassem. De madrugada ele oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava: “Talvez os meus filhos tenham lá no íntimo pecado e amaldiçoado a Deus”. Essa era a prática constante de Jó.
Certo dia os anjos vieram apresentar-se ao Senhor, e Satanás também veio com eles.
O Senhor disse a Satanás: “De onde você veio? ” Satanás respondeu ao Senhor: “De perambular pela terra e andar por ela”.
Disse então o Senhor a Satanás: “Reparou em meu servo Jó? Não há ninguém na terra como ele, irrepreensível, íntegro, homem que teme a Deus e evita o mal”.
“Será que Jó não tem razões para temer a Deus? “, respondeu Satanás.
“Acaso não puseste uma cerca em volta dele, da família dele e de tudo o que ele possui? Tu mesmo tens abençoado tudo o que ele faz, de modo que todos os seus rebanhos estão espalhados por toda a terra.
Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face. ”
O Senhor disse a Satanás: “Pois bem, tudo o que ele possui está nas suas mãos; apenas não encoste um dedo nele”. Então Satanás saiu da presença do Senhor.
Certo dia, quando os filhos e as filhas de Jó estavam num banquete, comendo e bebendo vinho na casa do irmão mais velho,
um mensageiro veio dizer a Jó: “Os bois estavam arando, e os jumentos estavam pastando por perto,
e os sabeus atacaram e os levaram embora. Mataram à espada os empregados, e eu fui o único que escapou para lhe contar! ”
Enquanto ele ainda estava falando, chegou outro mensageiro e disse: “Fogo de Deus caiu do céu e queimou totalmente as ovelhas e os empregados, e eu fui o único que escapou para lhe contar! ”
Enquanto ele ainda estava falando, chegou outro mensageiro e disse: “Vieram caldeus em três bandos, atacaram os camelos e os levaram embora. Mataram à espada os empregados, e eu fui o único que escapou para lhe contar! ”
Enquanto ele ainda estava falando, chegou ainda outro mensageiro e disse: “Seus filhos e suas filhas estavam num banquete, comendo e bebendo vinho na casa do irmão mais velho,
quando, de repente, um vento muito forte veio do deserto e atingiu os quatro cantos da casa, que desabou. Eles morreram, e eu fui o único que escapou para lhe contar! ”
Ao ouvir isso, Jó levantou-se, rasgou o manto e rapou a cabeça. Então prostrou-se no chão em adoração,
e disse: “Saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei. O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor “.
Em tudo isso Jó não pecou nem de nada culpou a Deus.

 

JÓ 1 – NVI