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agosto 2016

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“Porque morrerás e não viverás. ”

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Texto base: Isaías 38.1-21


O capítulo citado trata da enfermidade que acometeu o rei Ezequias, rei de Judá, um homem extremamente zeloso com o Deus que servia. A Bíblia diz que “depois dele não houve semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele. ” (2 Rs 18.5). Para termos uma ideia da determinação e postura de Ezequias, foi ele quem reparou e purificou o templo, restabeleceu a celebração da Páscoa e combateu com firmeza a idolatria e paganismo entre o povo, inclusive, mandando destruir a serpente de bronze que Moisés fizera (Nm 21.6-9), pois estava servindo de objeto de idolatria pelos judeus.

Analisando superficialmente, podemos achar que a atitude dele foi normal e teríamos feito a mesma coisa, mas pense um pouco: Ezequias mandou destruir um objeto feito segundo a ordem do Senhor, por um dos profetas mais respeitados pelo povo, e que estava sendo adorado por diversas pessoas naqueles dias. Acho que isso requer muita coragem e conhecimento de Deus, não?

Pois apesar de seu histórico, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal (provavelmente um tipo de câncer, segundo alguns estudiosos), e Deus manda o profeta Isaías ir até ele e dizer:

“Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás. ” (Is 38.1)

Duras palavras…se receber essa sentença de um médico já é algo difícil e doloroso, imagine receber do próprio Deus? O que fazer? A quem recorrer, se aquele que tem a soberania sobre tudo já determinou o seu fim?

No entanto, vivemos as nossas vidas sem perceber algo muito importante: todos nós já recebemos a mesma sentença. E caso Jesus Cristo não volte antes, estamos destinados ao mesmo fim.

Cada um de nós terá o seu dia derradeiro, e não sabemos se será hoje, amanhã ou daqui a 50 anos. O fato é que podemos estar diante do Criador quando menos esperamos. A cada dia, diminuímos o dia desse encontro, e para alguns, o tempo do que foi feito já é maior do que aquilo que ainda se pode fazer.

E como tem sido os nossos preparativos para esse momento? E se o profeta chegasse diante de você agora e dissesse “põe em ordem a tua casa, porque morrerás”?

Será que poderíamos dizer a ele: “minha casa está em ordem, posso ir agora”?

Será que lembraríamos dos nossos últimos dias com tranquilidade, sabendo que andamos com retidão e temor?

Será que olharíamos nosso ministério, e iríamos sorrir satisfeitos com tudo o que fizemos?

Sabemos que nossos dias são agitados, e fazemos diversos planos para o futuro. Imaginamos aonde queremos estar daqui a 10 anos, o que queremos comprar ano que vem, aonde iremos no próximo fim-de-semana. Evidentemente, não pretendo criticar aqueles que planejam os seus próximos passos, até porque também faço isso, e é algo absolutamente prudente de nossa parte. Mas será que nessa vida que vivemos, em meio a toda correria, temos absoluta certeza que nossa casa está em ordem?

Escrevendo o texto, me lembrei de pessoas que falei de Cristo em algumas oportunidades, e que ainda não o aceitaram. Lembrei de coisas que pretendia fazer quando me converti, e que ainda não fiz. Talvez seja a hora de retomar e fazer aquilo que Deus já havia colocado em meu coração, e que por uma ou outra razão, ainda não as fiz. E você, também tem algo por fazer?

Na história de Ezequias, ele chorou e orou, e o Senhor acrescentou a ele 15 anos de vida. Mas até esse acréscimo só foi feito pela fidelidade e inteireza de coração que o rei andava diante de Deus, conforme o texto relata em Isaías 38:3. Se não fosse por isso, com certeza Deus não teria atendido a sua oração e prolongado os seus dias.

Para finalizar, cito uma música de uma banda muito conhecida, que ilustra bem a mensagem desse texto e resume como deveria ser a nossa postura:

“Viver cada dia como seu eu estivesse às vésperas da tua volta”.

Depois de tudo – Banda Resgate (Álbum: Ainda não é o último).

Nele vivemos, nos movemos e existimos.

 

 

Leandro M. Sawada

Sky-194

REAÇÕES QUE GLORIFICAM A DEUS

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O final do capítulo 3 de Habacuque é a passagem mais conhecida do livro, e geralmente as pessoas não sabem do conflito teológico e pessoal que o profeta (do reino do sul) passou para poder fazer essa oração com convicção.

Sabemos que pra cada situação na nossa vida Deus tem um propósito. Mesmo sabendo disso, quando estamos diante de uma circunstância ruim tendemos a reagir mal. Circunstâncias ruins sempre acontecem, até para que sempre tenhamos em mente que nosso descanso não é aqui. Apesar disso, as nossas reações perante essas situações dizem muito a nosso respeito. Então como agir nesses momentos decisivos e (na maioria das vezes) de angústia? 

 

MÃOS – “Quando estou angustiado, busco o Senhor; de noite estendo as mãos sem cessar; a minha alma está inconsolável!” (Salmos 77.2).

 

A primeira coisa que costumamos usar é a boca. Reclamar, amaldiçoar, questionar, filosofar, criar teorias, explicações “razoáveis” etc… Mas eu entendo que a minha primeira atitude deve ser com as mãos. Deve ser levantá-las em sinal de busca, porque precisamos “tirar a nossa mão” dos nossos problemas, ali é o lugar da mão de Deus, não a nossa.

Nesses momentos, vamos simplesmente estender as mãos e buscar a orientação do Senhor, ficar em comunhão com Ele e atentos porque Ele vai responder.

 

Então aí você deve abrir seus…

 

OUVIDOS – “Mas o meu povo não quis ouvir-me; Israel não quis obedecer-me. Por isso os entreguei ao seu coração obstinado, para seguirem os seus próprios planos. Se o meu povo apenas me ouvisse, se Israel seguisse os meus caminhos, com rapidez eu subjugaria os seus inimigos e voltaria a minha mão contra os seus adversários! Os que odeiam o Senhor se renderiam diante dele, e receberiam um castigo perpétuo. Mas eu sustentaria Israel com o melhor trigo, e com o mel da rocha eu o satisfaria.” (Salmos 81.11-16)

Como a gente sofre por não saber ouvir! Se apenas ouvíssemos…

Sejamos realistas: dificilmente você vai escutar uma voz que te diga o que fazer, então aí podemos compreender porque ouvir o Senhor é tão difícil: Porque é um ato de fé! Deus fala de muitas maneiras, através de pessoas, de circunstâncias, de um louvor… mas quer saber como e onde você pode ouvir o Senhor sem medo de errar? Na Palavra dEle através da orientação do Espírito Santo. Se você não lê a Bíblia você está buscando um Deus que você nem conhece! Lendo a Palavra você passa a conhecer a vontade absoluta de Deus aí você vai saber nas situações cotidianas quando a voz é do Senhor ou não, isso será a sua base pra tomar as decisões específicas da sua vida, será a voz de Deus falando com você. O relacionamento com o Espírito Santo também vai confirmar o que as Escrituras nos orientam a fazer.

 

Depois de ouvir e reconhecer a voz dEle, devemos caminhar na direção que Ele apontar, usando os…

 

PÉS – “Dirige os meus passos, conforme a tua palavra…” (Salmos 119.133a)

 
Outro erro é que até chegamos ao ponto de ouvir a voz de Deus, até sabemos qual é a vontade dEle, mas andar conforme ela é difícil, demanda mais fé ainda! O caminho que a voz indica quase nunca é o mais confortável e muito menos o mais fácil de seguir, por isso que nessa fase tudo o que você tem que usar são os pés. Você deve só andar. Se você usar os olhos, vai desfalecer porque vai enxergar o lógico, e Deus não é muito fã da lógica humana. Então, sabendo qual o caminho a tomar, ande! E não hesite.

 

Abra bem os seus…

 

OLHOS – “Pois ele me livrou de todas as minhas angústias, e os meus olhos contemplaram a derrota dos meus inimigos.” (Salmos 54.7)

Use seus olhos na hora certa, somente pra ver o que Deus fez por você. Veja como valeu a pena erguer as mãos em sinal de busca, como foi sábio dar ouvidos à voz de Deus, veja como foi decisivo caminhar conforme a Palavra.

A função dos olhos aqui é enxergar o que Deus fez, e como o método dEle foi melhor!

 

Usar os olhos vai gerar gratidão no seu coração, aí você abre muito a sua…

 

BOCA – “Do teu louvor transborda a minha boca, que o tempo todo proclama o teu esplendor.” (Salmos 71.8)

Se confiarmos em Deus, a boca fica pro fim. Para o louvor, gratidão, testemunho.

 

 

É uma reflexão simples, não tem nada de muito extraordinário nisso.

Que as circunstâncias difíceis da nossa vida possam trazer glória pra Deus!

 

Doni Borçatto

Lição 9 – Reis

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Jeú cumpriu a vontade de Deus, mas mesmo assim se afastou do Senhor. Como é o seu relacionamento com Deus?


Enquanto isso o profeta Eliseu chamou um dos discípulos dos profetas e lhe disse: “Ponha a capa por dentro do cinto, pegue este frasco de óleo e vá a Ramote-Gileade.
Quando lá chegar, procure Jeú, filho de Josafá e neto de Ninsi. Dirija-se a ele e leve-o para uma sala longe dos seus companheiros.
Depois pegue o frasco, derrame o óleo sobre a cabeça dele e declare: ‘Assim diz o Senhor: Eu o estou ungindo rei sobre Israel’. Então abra a porta e fuja sem demora! ”
Então o jovem profeta foi a Ramote-Gileade.
Ao chegar, encontrou os comandantes do exército reunidos e disse: “Trago uma mensagem para ti, comandante”. “Para qual de nós? “, perguntou Jeú. Ele respondeu: “Para ti, comandante”.
Jeú levantou-se e entrou na casa. Então o jovem profeta derramou o óleo na cabeça de Jeú e declarou-lhe: “Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: ‘Eu o estou ungindo rei de Israel, o povo do Senhor.
Você dará fim à família de Acabe, seu senhor, e assim eu vingarei o sangue de meus servos, os profetas, e o sangue de todos os servos do Senhor, derramado por Jezabel.
Toda a família de Acabe perecerá. Eliminarei todos os de sexo masculino de sua família em Israel, seja escravo seja livre.
Tratarei a família de Acabe como tratei a de Jeroboão, filho de Nebate, e a de Baasa, filho de Aías.
E Jezabel será devorada por cães num terreno em Jezreel, e ninguém a sepultará’ “. Então ele abriu a porta e saiu correndo.
Quando Jeú voltou para junto dos outros oficiais do rei, um deles lhe perguntou: “Está tudo bem? O que esse louco queria com você? ” Jeú respondeu: “Vocês conhecem essa gente e as coisas que dizem”.
Mas insistiram: “Não nos engane! Conte-nos o que ele disse”. Então Jeú contou: “Ele me disse o seguinte: ‘Assim diz o Senhor: Eu o estou ungindo rei sobre Israel’ “.
Imediatamente eles pegaram os seus mantos e os estenderam sobre os degraus diante dele. Em seguida tocaram a trombeta e gritaram: “Jeú é rei! ”
Então Jeú, filho de Josafá e neto de Ninsi, começou uma conspiração contra o rei Jorão, na época em que este defendeu, com todo Israel, Ramote-Gileade contra Hazael, rei da Síria.
O rei Jorão tinha voltado a Jezreel para recuperar-se dos ferimentos sofridos na batalha contra Hazael, rei da Síria. Jeú propôs: “Se vocês me apóiam, não deixem ninguém sair escondido da cidade para nos denunciar em Jezreel”.
Então ele subiu em seu carro e foi para Jezreel, porque Jorão estava lá se recuperando; e Acazias, rei de Judá, tinha ido visitá-lo.
Quando a sentinela que estava na torre de vigia de Jezreel percebeu a tropa de Jeú se aproximando, gritou: “Estou vendo uma tropa! ” Jorão ordenou: “Chame um cavaleiro e envie-o ao encontro deles para perguntar se eles vêm em paz”.
O cavaleiro foi ao encontro de Jeú e disse: “O rei pergunta: ‘Vocês vêm em paz? ’ ” Jeú respondeu: “Não me venha falar em paz. Saia da minha frente”. A sentinela relatou: “O mensageiro chegou a eles, mas não está voltando”.
Então o rei enviou um segundo cavaleiro. Quando chegou a eles disse: “O rei pergunta: ‘Vocês vêm em paz? ’ ” Jeú respondeu: “Não me venha falar em paz. Saia da minha frente”.
A sentinela relatou: “Ele chegou a eles, mas também não está voltando”. E acrescentou: “O jeito do chefe da tropa guiar o carro é como o de Jeú, neto de Ninsi; dirige como louco”.
Jorão ordenou que preparassem seu carro de guerra. Assim que ficou pronto, Jorão, rei de Israel, e Acazias, rei de Judá, saíram, cada um em seu carro, ao encontro de Jeú. Eles o encontraram na propriedade que havia pertencido a Nabote, de Jezreel.
Quando Jorão viu Jeú, perguntou: “Você vem em paz, Jeú? ” Jeú respondeu: “Como pode haver paz, enquanto continua toda a idolatria e as feitiçarias de sua mãe Jezabel? ”
Jorão deu meia-volta e fugiu, gritando para Acazias: “Traição, Acazias! ”
Então Jeú disparou seu arco com toda força e atingiu Jorão nas costas. A flecha atravessou-lhe o coração e ele caiu morto.
Jeú disse a Bidcar, seu oficial: “Pegue o cadáver e jogue-o nesta propriedade que pertencia a Nabote, de Jezreel. Lembre-se da advertência que o Senhor proferiu contra Acabe, pai dele, quando juntos acompanhávamos sua comitiva. Ele disse:
‘Ontem, vi o sangue de Nabote e o sangue dos seus filhos, declara o Senhor, e com certeza farei você pagar por isso nesta mesma propriedade, declara o Senhor’. Agora, então, pegue o cadáver e jogue-o nesta propriedade, conforme a palavra do Senhor”.
Vendo isso, Acazias, rei de Judá, fugiu na direção de Bete-Hagã. Mas Jeú o perseguiu, gritando: “Matem-no também! ” Eles o atingiram em seu carro de guerra na subida para Gur, perto de Ibleã, mas ele conseguiu refugiar-se em Megido, onde morreu.
Seus oficiais o levaram até Jerusalém e o sepultaram com seus antepassados em seu túmulo, na cidade de Davi.
Acazias havia se tornado rei de Judá no décimo primeiro ano de Jorão, filho de Acabe.
Em seguida Jeú entrou em Jezreel. Ao saber disso, Jezabel pintou os olhos, arrumou o cabelo e ficou olhando de uma janela do palácio.
Quando Jeú passou pelo portão, ela gritou: “Como vai, Zinri, assassino do seu senhor? ”
Ele ergueu os olhos para a janela e gritou: “Quem de vocês está do meu lado? ” Dois ou três funcionários olharam para ele.
Então Jeú ordenou: “Joguem essa mulher para baixo! ” Eles a jogaram e o sangue dela espirrou na parede e nos cavalos, e Jeú a atropelou.
Jeú entrou, comeu, bebeu e ordenou: “Peguem aquela maldita e sepultem-na, afinal era filha de rei”.
Mas, quando foram sepultá-la, só encontraram o crânio, os pés e as mãos.
Então voltaram e contaram isso a Jeú, que disse: “Cumpriu-se a palavra do Senhor, anunciada por meio do seu servo Elias, o tesbita: Num terreno em Jezreel cães devorarão a carne de Jezabel,
os seus restos mortais serão espalhados num terreno em Jezreel, como esterco no campo, de modo que ninguém será capaz de dizer: ‘Esta é Jezabel’ “.
Ora,viviam em Samaria setenta descendentes de Acabe. Jeú escreveu uma carta e a enviou a Samaria, aos líderes da cidade, às autoridades e aos tutores dos descendentes de Acabe. A carta dizia:
“Assim que receberem esta carta, vocês que cuidam dos filhos do rei, e que têm carros de guerra e cavalos, uma cidade fortificada e armas,
escolham o melhor e o mais capaz dos filhos do rei e coloquem-no no trono de seu pai. E lutem pela dinastia de seu senhor”.
Eles, porém, estavam aterrorizados e disseram: “Se dois reis não puderam enfrentá-lo, como poderemos nós? ”
Por isso o administrador do palácio, o governador da cidade, as autoridades e os tutores enviaram esta mensagem a Jeú: “Somos teus servos e faremos tudo o que exigires de nós. Não proclamaremos ninguém como rei. Faze o que achares melhor”.
Então Jeú escreveu-lhes uma segunda carta que dizia: “Se vocês estão do meu lado e estão dispostos a obedecer-me, tragam-me as cabeças dos descendentes de seu senhor a Jezreel, amanhã a esta hora”. Os setenta descendentes de Acabe estavam sendo criados pelas autoridades da cidade.
Logo que receberam a carta, pegaram todos os setenta, os decapitaram, colocaram as cabeças em cestos e as enviaram a Jeú, em Jezreel.
Ao ser informado de que tinham trazido as cabeças, Jeú ordenou: “Façam com elas dois montes junto à porta da cidade, para que fiquem expostas lá até amanhã”.
Na manhã seguinte Jeú saiu e, diante de todo o povo, declarou: “Vocês são inocentes! Fui eu que conspirei contra meu senhor e o matei, mas quem matou todos estes?
Saibam, então, que não deixará de se cumprir uma só palavra que o Senhor falou contra a família de Acabe. O Senhor fez o que prometeu por meio de seu servo Elias”.
Então Jeú matou todos os que restavam da família de Acabe em Jezreel, bem como todos os seus aliados influentes, os seus amigos pessoais e os seus sacerdotes, não lhe deixando sobrevivente algum.
Depois Jeú partiu para Samaria. Em Bete-Equede dos Pastores
encontrou alguns parentes de Acazias, rei de Judá, e perguntou: “Quem são vocês? ” Eles responderam: “Somos parentes de Acazias e estamos indo visitar as famílias do rei e da rainha-mãe”.
Então Jeú ordenou aos seus soldados: “Peguem-nos vivos! ” Então os pegaram vivos e os mataram junto ao poço de Bete-Equede. Eram quarenta e dois homens, e nenhum deles foi deixado vivo.
Saindo dali, Jeú encontrou Jonadabe, filho de Recabe, que tinha ido falar com ele. Depois de saudá-lo Jeú perguntou: “Você está de acordo com o que estou fazendo? ” Jonadabe respondeu: “Estou”. E disse Jeú: “Então, dê-me a mão”. Jonadabe estendeu-lhe a mão, e Jeú o ajudou a subir no carro
e disse-lhe: “Venha comigo e veja o meu zelo pelo Senhor”. Então ele o levou em seu carro.
Quando Jeú chegou a Samaria, matou todos os que restavam da família de Acabe na cidade; ele os exterminou, conforme a palavra que o Senhor tinha dito a Elias.
Jeú reuniu todo o povo e declarou: “Acabe não cultuou ao deus Baal o bastante; eu, Jeú, o cultuarei muito mais.
Por isso convoquem todos os profetas de Baal, todos os seus ministros e todos os seus sacerdotes. Ninguém deverá faltar, pois oferecerei um grande sacrifício a Baal. Quem não vier, morrerá”. Mas Jeú estava agindo traiçoeiramente, a fim de exterminar os ministros de Baal.
Então Jeú ordenou: “Convoquem uma assembléia em honra de Baal”. Foi feita a proclamação
e ele enviou mensageiros por todo o Israel. Todos os ministros de Baal vieram; nem um deles faltou. Eles se reuniram no templo de Baal, que ficou completamente lotado.
E Jeú disse ao encarregado das vestes cultuais: “Traga os mantos para todos os ministros de Baal”. E ele os trouxe.
Depois Jeú entrou no templo com Jonadabe, filho de Recabe, e disse aos ministros de Baal: “Olhem em volta e certifiquem-se de que nenhum servo do Senhor está aqui com vocês, mas somente ministros de Baal”.
E eles se aproximaram para oferecer sacrifícios e holocaustos. Jeú havia posto oitenta homens do lado de fora, fazendo-lhes esta advertência: “Se um de vocês deixar escapar um só dos homens que estou entregando a vocês, será a sua vida pela dele”.
Logo que Jeú terminou de oferecer o holocausto, ordenou aos guardas e oficiais: “Entrem e matem a todos! Não deixem ninguém escapar! ” E eles os mataram ao fio da espada, jogaram os corpos para fora e depois entraram no santuário interno do templo de Baal.
Levaram a coluna sagrada para fora do templo de Baal e a queimaram.
Assim destruíram a coluna sagrada de Baal e demoliram o seu templo, e até hoje o local tem sido usado como latrina.
Assim, Jeú eliminou a adoração de Baal em Israel.
No entanto, não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, pois levou Israel a cometer o pecado de adorar os bezerros de ouro em Betel e em Dã.
E o Senhor disse a Jeú: “Como você executou corretamente o que eu aprovo, fazendo com a família de Acabe tudo o que eu queria, seus descendentes ocuparão o trono de Israel até a quarta geração”.
Entretanto, Jeú não se preocupou em obedecer de todo o coração à lei do Senhor, Deus de Israel, nem se afastou dos pecados que Jeroboão levou Israel a cometer.
Naqueles dias, o Senhor começou a reduzir o tamanho de Israel. O rei Hazael conquistou todo o território israelita
a leste do Jordão, incluindo toda a terra de Gileade. Conquistou desde Aroer, junto à garganta do Arnom, até Basã, passando por Gileade, terras das tribos de Gade, de Rúben e de Manassés.
Os demais acontecimentos do reinado de Jeú, tudo o que fez e todas as suas realizações, estão escritos nos registros históricos dos reis de Israel.
Jeú descansou com seus antepassados e foi sepultado em Samaria. Seu filho Jeoacaz foi o seu sucessor.
Reinou Jeú vinte e oito anos sobre Israel, em Samaria.

 

2 Reis 9-10 NVI – Sexta-Feira.

Lição 9 – Reis

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Eliseu se preocupou com as necessidades das pessoas. O que você tem feito para ajudar as pessoas ao seu redor?


Certo dia, a mulher de um dos discípulos dos profetas foi falar a Eliseu: “Teu servo, meu marido, morreu, e tu sabes que ele temia o Senhor. Mas agora veio um credor que está querendo levar meus dois filhos como escravos”.
Eliseu perguntou-lhe: “Como posso ajudá-la? Diga-me, o que você tem em casa? ” E ela respondeu: “Tua serva não tem nada além de uma vasilha de azeite”.
Então disse Eliseu: “Vá pedir emprestadas vasilhas a todos os vizinhos. Mas, peça muitas.
Depois entre em casa com seus filhos e feche a porta. Derrame daquele azeite em cada vasilha e vá separando as que você for enchendo”.
Depois disso, ela foi embora, fechou-se em casa com seus filhos e começou a encher as vasilhas que eles lhe traziam.
Quando todas as vasilhas estavam cheias, ela disse a um dos filhos: “Traga-me mais uma”. Mas ele respondeu: “Já acabaram”. Então o azeite parou de correr.
Ela foi e contou tudo ao homem de Deus, que lhe disse: “Vá, venda o azeite e pague suas dívidas. E você e seus filhos ainda poderão viver do que sobrar”.
Certo dia, Eliseu foi a Suném, onde uma mulher rica insistiu que ele fosse tomar uma refeição em sua casa. Depois disso, sempre que passava por ali, ele parava para uma refeição.
De modo que ela disse ao marido: “Sei que esse homem que sempre vem aqui é um santo homem de Deus.
Vamos construir lá em cima um quartinho de tijolos e colocar nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lamparina para ele. Assim, sempre que nos visitar ele poderá ocupá-lo”.
Um dia, quando Eliseu chegou, subiu ao seu quarto e deitou-se.
Ele mandou o seu servo Geazi chamar a sunamita. Então ele a chamou, e quando ela veio,
Eliseu mandou que Geazi dissesse a ela: “Você teve todo este trabalho por nossa causa. O que podemos fazer por você? Quer que eu interceda por você junto ao rei ou ao comandante do exército? ” Ela respondeu: “Estou bem entre minha própria gente”.
Mais tarde Eliseu perguntou a Geazi: “O que se pode fazer por ela? ” Ele respondeu: “Bem, ela não tem filhos, e seu marido é idoso”.
Então Eliseu mandou chamá-la de novo. Geazi a chamou, e ela veio até a porta.
E ele disse: “Por volta desta época, no ano que vem, você estará com um filho nos braços”. Ela contestou: “Não, meu senhor. Não iludas a tua serva, ó homem de Deus! ”
Mas, como Eliseu lhe dissera, a mulher engravidou e, no ano seguinte, por volta daquela mesma época, deu à luz um filho.
O menino cresceu e, certo dia, foi encontrar seu pai, que estava com os ceifeiros.
De repente, ele começou a chamar o pai, gritando: “Ai, minha cabeça! Ai, minha cabeça! ” Então o pai disse a um servo: “Leve-o para a mãe dele”.
O servo o pegou e o levou à mãe, o menino ficou no colo dela até o meio-dia, quando morreu.
Ela subiu ao quarto do homem de Deus, deitou o menino na cama, saiu e fechou a porta.
Ela chamou o marido e disse: “Preciso de um servo e uma jumenta para ir falar com o homem de Deus. Vou e volto depressa”.
Ele perguntou: “Mas, por que hoje? Não é lua nova nem sábado! ” Ela respondeu: “Não se preocupe”.
Ela mandou selar a jumenta, e disse ao servo: “Vamos rápido, só pare quando eu mandar”.
Assim ela partiu para encontrar-se com o homem de Deus no monte Carmelo. Quando ele a viu a distância, disse a seu servo Geazi: “Olhe! É a sunamita!
Corra ao encontro dela e lhe pergunte: ‘Está tudo bem com você? Tudo bem com seu marido? E com seu filho? ’ ” Ela respondeu a Geazi: “Está tudo bem”.
Ao encontrar o homem de Deus no monte, ela se abraçou aos seus pés. Geazi veio para afastá-la, mas o homem de Deus lhe disse: “Deixe-a em paz! Ela está muito angustiada, mas o Senhor nada me revelou e escondeu de mim a razão de sua angústia”.
E disse a mulher: “Acaso eu te pedi um filho, meu senhor? Não te disse para não me dar falsas esperanças? ”
Então Eliseu disse a Geazi: “Ponha a capa por dentro do cinto, pegue o meu cajado e corra. Se você encontrar alguém, não o cumprimente e, se alguém o cumprimentar, não responda. Quando lá chegar, ponha o meu cajado sobre o rosto do menino”.
Mas a mãe do menino disse: “Juro pelo nome do Senhor e por tua vida que, se ficares, não irei”. Então ele foi com ela.
Geazi chegou primeiro e pôs o cajado sobre o rosto do menino, mas ele não falou nem reagiu. Então Geazi voltou para encontrar-se com Eliseu e lhe disse: “O menino não voltou a si”.
Quando Eliseu chegou à casa, lá estava o menino, morto, estendido na cama.
Ele entrou, fechou a porta e orou ao Senhor.
Então, deitou-se sobre o menino, boca a boca, olhos com olhos, mãos com mãos. Enquanto se debruçava sobre ele, o corpo do menino foi se aquecendo.
Eliseu levantou-se e começou a andar pelo quarto; depois subiu na cama e debruçou-se mais uma vez sobre ele. O menino espirrou sete vezes e abriu os olhos.
Eliseu chamou Geazi e o mandou chamar a sunamita. E ele obedeceu. Quando ela chegou, Eliseu disse: “Pegue seu filho”.
Ela entrou, prostrou-se a seus pés, curvando-se até o chão. Então pegou o filho e saiu.
Depois Eliseu voltou a Gilgal. Nesse tempo a fome assolava a região. Quando os discípulos dos profetas estavam reunidos com ele, ordenou ao seu servo: “Ponha o caldeirão no fogo e faça um ensopado para estes homens”.
Um deles foi ao campo apanhar legumes e encontrou uma trepadeira. Apanhou alguns de seus frutos e encheu deles o seu manto. Quando voltou, cortou-os em pedaços e colocou-os no caldeirão do ensopado, embora ninguém soubesse o que era.
O ensopado foi servido aos homens, mas, logo que o provaram, eles gritaram: “Homem de Deus, há morte na panela! ” E não puderam mais tomá-lo.
Então Eliseu pediu um pouco de farinha, colocou no caldeirão e disse: “Sirvam a todos”. E já não havia mais perigo no caldeirão.
Veio um homem de Baal-Salisa, trazendo ao homem de Deus vinte pães de cevada, feitos dos primeiros grãos da colheita, e também algumas espigas verdes. Então Eliseu ordenou ao seu servo: “Sirva a todos”.
O auxiliar de Eliseu perguntou: “Como poderei servir isso a cem homens? ” Eliseu, porém, respondeu: “Sirva a todos, pois assim diz o Senhor: ‘Eles comerão, e ainda sobrará’ “.
Então ele serviu a todos, e conforme a palavra do Senhor, eles comeram e ainda sobrou.

 

2 Reis 4: 1-44 NVI- Quinta-Feira.

Lição 9 – Reis

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Elias foi consolado por Deus na solidão. Você tem pessoas que o acompanham na vida cristã?


Ora, Acabe contou a Jezabel tudo o que Elias tinha feito e como havia matado todos aqueles profetas à espada.
Por isso Jezabel mandou um mensageiro a Elias para dizer-lhe: “Que os deuses me castiguem com todo o rigor, caso amanhã nesta hora eu não faça com a sua vida o que você fez com a deles”.
Elias teve medo e fugiu para salvar a vida. Em Berseba de Judá ele deixou o seu servo
e entrou no deserto, caminhando um dia. Chegou a um pé de giesta, sentou-se debaixo dele e orou, pedindo a morte. “Já tive o bastante, Senhor. Tira a minha vida; não sou melhor do que os meus antepassados. ”
Depois se deitou debaixo da árvore e dormiu. De repente um anjo tocou nele e disse: “Levante-se e coma”.
Elias olhou ao redor e ali, junto à sua cabeça, havia um pão assado sobre brasas quentes e um jarro de água. Ele comeu, bebeu e deitou-se de novo.
O anjo do Senhor voltou, tocou nele e disse: “Levante-se e coma, pois a sua viagem será muito longa”.
Então ele se levantou, comeu e bebeu. Fortalecido com aquela comida, viajou quarenta dias e quarenta noites, até que chegou a Horebe, o monte de Deus.
Ali entrou numa caverna e passou a noite. E a palavra do Senhor veio a ele: “O que você está fazendo aqui, Elias? ”
Ele respondeu: “Tenho sido muito zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos. Os israelitas rejeitaram a tua aliança, quebraram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada. Sou o único que sobrou, e agora também estão procurando matar-me”.
O Senhor lhe disse: “Saia e fique no monte, na presença do Senhor, pois o Senhor vai passar”. Então veio um vento fortíssimo que separou os montes e esmigalhou as rochas diante do Senhor, mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto.
Depois do terremoto houve um fogo, mas o Senhor não estava nele. E depois do fogo houve o murmúrio de uma brisa suave.
Quando Elias ouviu, puxou a capa para cobrir o rosto, saiu e ficou à entrada da caverna. E uma voz lhe perguntou: “O que você está fazendo aqui, Elias? ”
Ele respondeu: “Tenho sido muito zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos. Os israelitas rejeitaram a tua aliança, quebraram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada. Sou o único que sobrou, e agora também estão procurando matar-me”.
O Senhor lhe disse: “Volte pelo caminho por onde veio, e vá para o deserto de Damasco. Chegando lá, unja Hazael como rei da Síria.
Unja também Jeú, filho de Ninsi, como rei de Israel, e unja Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, para suceder a você como profeta.
Jeú matará todo aquele que escapar da espada de Hazael, e Eliseu matará todo aquele que escapar da espada de Jeú.
No entanto, fiz sobrar sete mil em Israel, todos aqueles cujos joelhos não se inclinaram diante de Baal e todos aqueles cujas bocas não o beijaram”.
Então Elias saiu de lá e encontrou Eliseu, filho de Safate. Ele estava arando com doze parelhas de bois, e estava conduzindo a décima-segunda parelha. Elias o alcançou e lançou a sua capa sobre ele.
Eliseu deixou os bois e correu atrás de Elias. “Deixa-me dar um beijo de despedida em meu pai e minha mãe”, disse, “e então irei contigo. ” “Vá e volte”, respondeu Elias, “pelo que lhe fiz. ”
E Eliseu voltou, apanhou a sua parelha de bois e os matou. Queimou o equipamento de arar para cozinhar a carne e a deu ao povo, e eles comeram. Depois partiu com Elias, e se tornou o seu auxiliar.

 

1 Reis 19: 1-21 NVI – Quarta-Feira

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O tema do nosso acampamento é…

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Conseguiu descobrir a resposta da primeira dica? E a segunda? Então aqui vai a terceira!


O tema do nosso acampamento é uma soma fácil de fazer, e se conseguirmos juntar essas duas respostas e vive-las podemos alcançar o que está descrito em Efésios 4.

“Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.
Dele todo o corpo, ajustado e unido pelo auxílio de todas as juntas, cresce e edifica-se a si mesmo em amor, na medida em que cada parte realiza a sua função” (Efésios 4: 15-16).
Agora ficou fácil!!! Então responde pra gente: qual o tema do Acampamento Jovens ICT 2016?

Corre que está valendo um livro, um DVD e brigadeiros gourmet deliciosos!

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“EI, PERAÍ!!!!! EU NÃO VI AS OUTRAS DICAS! EU QUERO BRIGADEIRO!”

Procure em nossas redes socais, não tá difícil de achar.

Lição 9 – Reis

De | Leitura Diária | Nenhum comentário

Roboão seguiu os maus conselhos de seus amigos.

Em quem você busca conselhos nos momentos difíceis?


Roboão foi a Siquém, onde todos os israelitas tinham se reunido para proclamá-lo rei.
Assim que Jeroboão, filho de Nebate, que estava no Egito fugindo do rei Salomão, soube disso, voltou de lá.
E mandaram chamá-lo. Então ele e toda a assembléia de Israel foram ao encontro de Roboão e disseram:
“Teu pai colocou sobre nós um jugo pesado, mas agora diminui o trabalho árduo e este jugo pesado, e nós te serviremos”.
Roboão respondeu: “Voltem a mim daqui a três dias”. Então o povo foi embora.
O rei Roboão perguntou às autoridades que haviam servido ao seu pai Salomão durante a vida dele: “Como vocês me aconselham a responder a este povo? ”
Eles responderam: “Se hoje fores um servo desse povo e servi-lo, dando-lhe uma resposta favorável, eles sempre serão teus servos”.
Roboão, contudo, rejeitou o conselho que as autoridades de Israel lhe tinham dito e consultou os jovens que haviam crescido com ele e o estavam servindo.
Perguntou-lhes: “Qual é o conselho de vocês? Como devemos responder a este povo que me diz: ‘Diminui o jugo que teu pai colocou sobre nós’? ”
Os jovens que haviam crescido com ele responderam: “A este povo que te disse: ‘Teu pai colocou sobre nós um jugo pesado; torna-o mais leve’ — dize: ‘Meu dedo mínimo é mais grosso do que a cintura do meu pai.
Pois bem, meu pai lhes impôs um jugo pesado; eu o tornarei ainda mais pesado. Meu pai os castigou com simples chicotes; eu os castigarei com chicotes pontiagudos’ “.
Três dias depois, Jeroboão e todo o povo voltaram a Roboão, segundo a orientação dada pelo rei: “Voltem a mim daqui a três dias”.
Mas o rei lhes respondeu asperamente. Rejeitando o conselho das autoridades de Israel,
seguiu o conselho dos jovens e disse: “Meu pai lhes tornou pesado o jugo; eu o tornarei ainda mais pesado. Meu pai os castigou com simples chicotes; eu os castigarei com chicotes pontiagudos”.
E o rei não ouviu o povo, pois esta mudança nos acontecimentos vinha da parte do Senhor, para que se cumprisse a palavra que o Senhor havia falado a Jeroboão, filho de Nebate, por meio do silonita Aías.
Quando todo o Israel viu que o rei se recusava a ouvi-los, responderam ao rei: “Que temos em comum com Davi? Que temos em comum com o filho de Jessé? Para as suas tendas, ó Israel! Cuide da sua própria casa, ó Davi! ” E assim os israelitas foram para as suas casas.
Quanto, porém, aos israelitas que moravam nas cidades de Judá, Roboão continuou como rei deles.
O rei Roboão enviou Adonirão, chefe de trabalhos forçados, mas todo o Israel o apedrejou até à morte. O rei, contudo, conseguiu subir em sua carruagem e fugir para Jerusalém.
Desta forma Israel se rebelou contra a dinastia de Davi, e assim permanece até hoje.
Quando todos os israelitas souberam que Jeroboão tinha voltado, mandaram chamá-lo para a reunião da comunidade e o fizeram rei sobre todo o Israel. Somente a tribo de Judá permaneceu leal à dinastia de Davi.
Quando Roboão chegou em Jerusalém, convocou cento e oitenta mil homens de combate, das tribos de Judá e de Benjamim, para guerrearem contra Israel e recuperarem o reino para Roboão, filho de Salomão.
Entretanto, veio esta palavra de Deus a Semaías, homem de Deus:
“Diga a Roboão, filho de Salomão, rei de Judá, às tribos de Judá e Benjamim, e ao restante do povo:
‘Assim diz o Senhor: Não saiam à guerra contra os seus irmãos israelitas. Voltem para casa, todos vocês, pois fui eu que fiz isso’ “. E eles obedeceram à palavra do Senhor e voltaram para as suas casas, conforme o Senhor tinha ordenado.
Jeroboão fortificou Siquém, nos montes de Efraim, onde passou a morar. Depois ele saiu e fortificou Peniel.
Jeroboão pensou: “O reino agora provavelmente voltará para a dinastia de Davi.
Se esse povo subir a Jerusalém para oferecer sacrifícios no templo do Senhor, novamente dedicarão sua lealdade ao senhor deles, Roboão, rei de Judá. Eles vão me matar e voltar para o rei Roboão”.
Depois de aconselhar-se, o rei fez dois bezerros de ouro e disse ao povo: “Vocês já subiram muito a Jerusalém. Aqui estão os seus deuses, ó Israel, que tiraram vocês do Egito”.
Mandou por um bezerro em Betel, e o outro em Dã.
E isso veio a ser um pecado, pois o povo ia até Dã para adorar aquele bezerro.
Jeroboão construiu altares idólatras e designou sacerdotes dentre o povo, apesar de não serem levitas.
Instituiu uma festa no dia quinze do oitavo mês, semelhante à festa realizada em Judá, e ofereceu sacrifícios no altar. Ele fez isso em Betel, onde também sacrificou aos bezerros que havia feito. Também estabeleceu lá sacerdotes nos seus altares idólatras.
No dia quinze do oitavo mês, data que ele mesmo escolheu, ofereceu sacrifícios no altar que havia construído em Betel. Assim ele instituiu a festa para os israelitas e foi ao altar para queimar incenso.

 

1 Reis 12:1-33 NVI –  Terça-feira

Lição 9 – Reis

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Salomão pediu sabedoria a Deus. O que você tem pedido ao Senhor?


 

Salomão aliou-se ao faraó, rei do Egito, casando-se com a filha dele. Ele a trouxe à cidade de Davi até terminar a construção do seu palácio e do templo do Senhor, e do muro em torno de Jerusalém.
O povo, porém, sacrificava nos lugares sagrados, pois ainda não tinha sido construído um templo em honra do nome do Senhor.
Salomão amava o Senhor, pois andava de acordo com os decretos do seu pai Davi; todavia oferecia sacrifícios e queimava incenso nos lugares sagrados.
O rei Salomão foi a Gibeom para oferecer sacrifícios, pois ali ficava o principal lugar sagrado, e ofereceu naquele altar mil holocaustos.
Em Gibeom o Senhor apareceu a Salomão num sonho, à noite, e lhe disse: “Peça-me o que quiser, e eu lhe darei”.
Salomão respondeu: “Tu foste muito bondoso para com o teu servo, o meu pai Davi, pois ele foi fiel a ti, e foi justo e reto de coração. Tu sustentaste grande bondade para com ele e lhe deste um filho que hoje se assenta no seu trono.
“Agora, Senhor meu Deus, fizeste o teu servo reinar em lugar de meu pai Davi. Mas eu não passo de um jovem e não sei o que fazer.
Teu servo está aqui entre o povo que escolheste, um povo tão grande que nem se pode contar.
Dá, pois, ao teu servo um coração cheio de discernimento para governar o teu povo e capaz de distinguir entre o bem e o mal. Pois, quem pode governar este teu grande povo? ”
O pedido que Salomão fez agradou ao Senhor.
Por isso Deus lhe disse: “Já que você pediu isto e não uma vida longa nem riqueza, nem pediu a morte dos seus inimigos, mas discernimento para ministrar a justiça,
farei o que você pediu. Eu lhe darei um coração sábio e capaz de discernir, de modo que nunca houve nem haverá ninguém como você.
Também lhe darei o que você não pediu: riquezas e fama; de forma que não haverá rei igual a você durante toda a sua vida.
E, se você andar nos meus caminhos e obedecer aos meus decretos e aos meus mandamentos, como o seu pai Davi, eu prolongarei a sua vida”.
Então Salomão acordou e percebeu que tinha sido um sonho. Depois voltou a Jerusalém, pôs-se perante a arca da aliança do Senhor, sacrificou holocaustos e apresentou ofertas de comunhão. Então deu um banquete para toda a sua corte.
Certo dia duas prostitutas compareceram diante do rei.
Uma delas disse: “Ah meu senhor! Esta mulher mora comigo na mesma casa. Eu dei à luz um filho e ela estava comigo na casa.
Três dias depois de nascer o meu filho, esta mulher também deu à luz um filho. Estávamos sozinhas, e não havia mais ninguém na casa.
“Certa noite esta mulher se deitou sobre o seu filho, e ele morreu.
Então ela se levantou no meio da noite e pegou o meu filho enquanto eu, tua serva, dormia, e o pôs ao seu lado. E pôs o filho dela, morto, ao meu lado.
Ao levantar-me de madrugada para amamentar o meu filho, ele estava morto. Mas quando olhei bem para ele de manhã, vi que não era o filho que eu dera à luz”.
A outra mulher disse: “Não! O que está vivo é meu filho; o morto é seu”. Mas a primeira insistia: “Não! O morto é seu; o vivo é meu”. Assim elas discutiram diante do rei.
O rei disse: “Esta afirma: ‘Meu filho está vivo, e o seu filho está morto’, enquanto aquela diz: ‘Não! Seu filho está morto, e o meu está vivo’ “.
Então o rei ordenou: “Tragam-me uma espada”. Trouxeram-lhe.
Ele então ordenou: “Cortem a criança viva ao meio e dêem metade a uma e metade à outra”.
A mãe do filho que estava vivo, movida pela compaixão materna, clamou: “Por favor, meu senhor, dê a criança viva a ela! Não a mate! ” A outra, porém, disse: “Não será nem minha nem sua. Cortem-na ao meio! ”
Então o rei deu o seu veredicto: “Não matem a criança! Dêem-na à primeira mulher. Ela é a mãe”.
Quando todo o Israel ouviu o veredicto do rei, passou a respeitá-lo profundamente, pois viu que a sabedoria de Deus estava nele para fazer justiça.

 

1 Reis 3:1-28 NVI – Segunda-Feira

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Deus, em Sua graça e misericórdia, por meio de Cristo, quer nos transformar

De | Blog, Vida Cristã | Nenhum comentário

Há alguns meses, cheguei em casa e encontrei minha esposa acompanhando um jornal de fim de tarde. Como ainda devia resolver algumas tarefas do trabalho, me sentei à mesa, porém observando o conteúdo veiculado pelo programa.

Tratava-se de uma matéria documental sobre homens que haviam cometido brutais crimes sexuais no Brasil, o que, certamente, é lamentável. Ao término da reportagem, quando a condução do programa foi retomada pelos jornalistas do estúdio, um deles, em seu comentário sobre a matéria, afirmou que a barbaridade de tais atos está irremediavelmente impressa no caráter e comportamento daqueles que os cometeram. Seu colega, por sua vez, declarou categoricamente que, com comprovação científica e respaldo da psicologia forense, a natureza criminosa de um estuprador é intratável e, palavras dele, “não tem jeito. Uma vez estuprador, sempre estuprador”.

Ao ouvir comentários feitos com tanta firmeza e segurança, meu coração se encheu de tamanha alegria do Espírito Santo que acabei por interromper a fala dos jornalistas e disse à minha esposa: “Deus tem jeito pra eles! O Senhor tem solução pra eles!”.

A Bíblia é enfática ao apresentar o estado de degradação moral da humanidade e a universalidade do pecado (1 Rs 8.46; Sl 143.2; Pv 20.9; Rm 3.9-18,22,23; 7.5,14; Ef 2.1-3), contudo, também nos revela de modo solene o plano de salvação de Deus em Cristo e seu imutável interesse na justificação e transformação do ser humano:

“De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios.” (Rm 5.6).

“Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida juntamente com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões — pela graça vocês são salvos.” (Ef 2.4,5).

“Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões, por amor de mim, e que não se lembra mais de seus pecados.” (Is 43.25).

“Contudo, aos que O receberam, aos que creram em Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.” (Jo 1.12,13).

“Se, porém, andamos na luz, como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (1 Jo 1.7).

Sabemos, portanto, que o nosso Deus, o Pai amoroso e misericordioso, é capaz de restaurar e transformar a moralidade do homem caído e pecador.

Ele não está sujeito aos limites estabelecidos pela ciência e suas diversas ramificações, pois Ele próprio determinou todas as leis por meio das quais governa o Universo, sendo estas subordinadas às Suas vontades e interesses (Dn 2.20-22).

Ele é poderoso para mudar vidas de pessoas tristes, oprimidas, deprimidas, fracassadas e doentes, espiritual, moral e fisicamente.

Oremos e trabalhemos para que cada vez mais pessoas sejam alcançadas pela verdade do evangelho e tenham um encontro pessoal com Cristo!

“Pois nada é impossível para Deus.” (Lc 1.37).

Davi Cardoso

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3 pilares do relacionamento do cristão com o Senhor

De | Blog, Vida Cristã | Nenhum comentário

Texto-base: 1 Cr 16.8-12


“Deus jamais foi visto por alguém”, escreveu o apóstolo João (Jo 1.18). O texto indica, portanto, que homem algum é capaz de conhecer a Divindade em sua plenitude, sua totalidade, sem que desfaleça (Êx 33.20). No entanto, o mesmo versículo nos consola ao anunciar que Cristo, o Verbo encarnado, revelou o Pai e Seu amor incomparável à toda humanidade.

Ainda que não compreendamos totalmente Sua natureza (Jó 11.7), somos encorajados pela Palavra a empregar esforços para conhecer o Senhor (Os 6.3). O texto-base, 1 Cr 16.8-12, apresenta três pilares da conduta do cristão em seu relacionamento com Deus, por meio dos quais O reconhece como:

  • O alvo de sua adoração e celebração;
  • A fonte de sua alegria, força, socorro e esperança;
  • O conteúdo de sua mensagem ao mundo.

O alvo da sua adoração e celebração

Existem essencialmente dois papéis em um culto: adorado e adorador. Nós, cristãos, somos adoradores, enquanto o Senhor é o adorado.

Ao nos reunirmos para celebrar, nosso objetivo não pode ser outro senão enaltecer a majestade e perfeição do eterno Deus, nosso Pai. Quando percebemos que temos nos afastado deste princípio, devemos refletir a respeito de nossa conduta e, pedindo graça ao Senhor para praticar genuína atitude de adoração, nos aproximarmos dEle com confiança (Hb 4.15,16).

A fonte de sua alegria, força, socorro e esperança

O Senhor é o sustentador da vida, quaisquer que sejam as formas pelas quais ela se manifeste (Dn 5.23; At 17.28; Hb 1.3). Sendo sustentador, Ele é, por consequência, provedor, conhecendo plena e perfeitamente nossas necessidades espirituais, emocionais e físicas (Mt 6.33; Fp 4.19). Quando sentimos carência de algo, busquemos a face do Senhor, pois Ele é a fonte de tudo que é bom (Tg 1.17). Ele e Sua obra nos alegram (Sl 126; Rm 15.13; Fp 4.4), Ele é a nossa força (Sl 60.12), dEle vem nosso socorro (2 Cr 20.20) e Ele é a nossa esperança (1 Tm 1.1).

O conteúdo de sua mensagem ao mundo

Nos registros da Lei, é notável o interesse do Senhor de que os milagres testemunhados pelo povo israelita, bem como as ordenanças que este havia recebido de Deus, fossem transmitidos à sua descendência (Êx 12.14,25-27; 13.8-10). Nós, cristãos, também fomos comissionados a anunciar ao mundo as boas novas de salvação reveladas por Cristo e consumadas na cruz, ensinando acerca de Deus e Seus grandiosos feitos (Mt 28.18-20; Lc 9.1-2; 10.1-3,8-11; At 2.22-41; 2 Tm 4.2). Ao falar, o cristão deve representar os interesses de Deus, pois é Seu embaixador (2 Co 5.20).

Conclusão

Refletir sobre esse cântico, que também pode ser lido em Sl 105, nos maravilha, pois demonstra que, quando olhamos para o alto, vemos o Senhor entronizado, então, O adoramos. Nos voltamos para os fundamentos de nossa vida e, percebendo que Ele a sustenta, somos consolados e nos rendemos em gratidão. Por fim, quando falamos, sentimos Seu amor e compaixão fluir através de nós e somos renovados pela Sua presença em nosso interior.

 

“Pois dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas. A Ele seja a glória para sempre!

Amém.” (Rm 11.36).

 

Davi Cardoso